quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O Alienista – Machado de Assis

O livro tem bem cara de paradidático de colégio, mas se o lermos sem aquela ideia de obrigação, a leitura pode ser super prazerosa.
A história, que se passa no séc. XlX, retrata a burguesia hipócrita da época, o autor se vale do personagem magnífico — Dr. Simão Bacamarte — médico que irá desenvolver suas teorias a respeito do tratamento da loucura, conhecimento adquirido em sua estadia na Europa.
A ironia de Machado de Assis é notória nesta novela, quando mostra a hipocrisia do ser humano que só pensa em seu próprio prestígio.
Dr. Simão Bacamarte, casado com uma  apática senhora, consegue da Câmara de Vereadores de Itaguaí, verba para fundar a “Casa de Orates”, ou “Casa Verde”, um hospício onde o sinistro e empertigado médico resolve estudar os limites entre a razão e a loucura, convencendo as autoridades e a população de que estudar este mal era tendência na Europa.
Vai internando, um a um, os verdadeiramente doentes que até então eram tratados e cuidados em casa pelos familiares. Aos poucos Simão Bacamarte, num surto surpreendente, resolve que os honestos e os justos eram também loucos.
Mas a cidade já está desconfiada do médico insano, assim, a reação não tarda e uma revolução armada irá contestar o médico que, acuado, toma resolução inusitada, surpreendente.
Aqui, em O Alienista, o leitor se diverte, ri a valer, mas perceberá a irônica crítica de Machado de Assis à sociedade burguesa daquela época.


3 comentários:

Rafael Fontenele disse...

chaaaaato...

Rafael Fontenele disse...

kkkkkkk'

Flávia Queiroz disse...

jogador de futebol sem cultura é foda mesmo u.u
kkkkkkkkkkkkkkkk

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