terça-feira, 12 de julho de 2011

O homem mais inteligente do mundo (teoricamente...).


Algumas pessoas se destacam por sua genialidade, esse é o caso de William James Sidis, o qual é considerado por muita gente o homem mais inteligente que já tivemos notícia. Mesmo que você não concorde, com certeza irá se impressionar com essa história.

Essa matéria foi enviada por Raul Soares Sombra


Nascido no dia da mentira, em 1 de abril de 1898, filho de imigrantes norte-americanos de origem russo-judeu, William tinha um lar promissor. Seu pai, Boris, se formou na Universidade de Harvard em Psicologia e foi um dos precursores dos estudos sobre hipnose e psicologia de grupo. Já sua mãe, Sarah, se formou na faculdade de medicina da Universidade de Boston, se tornando uma das primeiras médicas dos EUA.


Boris viu em seu filho recém-nascido um gênio em potencial e resolveu aplicar técnicas que desenvolvessem uma criança precoce, utilizando inclusive hipnose (caramba, imaguna o pai que o amor pelo filho era tão grande que este o usava como cobaia). Como resultado disso, aos 6 meses de idade, ele já falava a palavra “porta” e logo em seguida já aprendeu a palavra “lua“. Aos 8 meses, o moleque já conseguia comer sozinho com a colher, além de ser capaz de reconhecer e pronunciar letras que o pai dele lhe mostrava (eu fazia as pessoas rirem com minha carinha de bochechas rosadas, o que qualquer bebê nessa idade deveria fazer).


Quando completou 1 ano, o bebê William era capaz de ler palavras e ao atingir 1 ano e 6 meses ele lia jornais! A mídia começou a se atentar para as habilidades desse garoto, quando ele completou 5 anos de idade. Nessa idade, ele foi capaz de aprender a operar uma máquina de escrever sozinho e redigia suas próprias cartas; e o mais impressionante ele tinha aprendido de maneira autodidata seis línguas: latim, grego, russo, francês, alemão e hebreu (eu falava cearencês fluentemente, grande coisa...). Aos 6 anos, William começou a estudar no ensino primário, porém apenas 1 ano depois ele já estava no ensino médio (high school norte-americano). Nessa época ele já havia aparecido na capa do New York Times por diversas vezes.


Com 9 anos e 4 livros publicados, ele tentou entrar para a Universidade de Harvard, porém foi rejeitado com a desculpa de que era “emocionalmente imaturo para a vida universitária“, embora tenha tido bom desempenho na prova. Finalmente, no ano de 1909 quando William tinha 11 anos, Harvard o aceitou em uma turma especial formada por pessoas precoces. Um ano depois, ele fez seu primeiro discurso público na universidade, o qual foi acompanhado por mais de 100 pessoas, entre elas professores e acadêmicos de disciplinas exatas. O tema escolhido por ele foi a quarta-dimensão e os presentes ficaram impressionados. Aos 16 anos ele se formou.


A partir daí, a vida de William começou a se bagunçar. O jovem disse que iria seguir uma vida reclusa, se abstendo de sexo, mulheres, bebidas e todos os prazeres mundanos em prol de adquirir todo o conhecimento possível (que cara mais exagerado... Imagino a quantidade de foras que ele levou, aposto que esse papinho de "quarta-dimensão" não colava muito, ele devia ser mais ou menos como esse maninho aqui do lado). Depois de optar por tal estilo, ele tentou seguir diversos outros cursos, entre eles o de direito, mas não concluiu nenhum dizendo que não se encaixava. Passados mais alguns anos, ele chegou a ser preso acusado de ser socialista (naquele tempo eles já comiam criancinhas?). Para melhorar, ele fez declarações públicas dizendo que era ateu, que era totalmente contra a I Guerra Mundial e que tinha criado sua própria ideologia política, o quasi-liberalismo (queria era chamar a atenção... Se fosse tão esperto tinha guardado suas opiniões para si).


Devido à constante perseguição da mídia, William optou por se esconder e exercer funções bem simples, como balconista em lojas, entre outras. Durante esse período ele publicou diversos livros utilizando pseudônimos. Muita gente dizia que ele acreditava em uma filosofia tribal chamada, Okamakammesset, onde o conhecimento deve ser divulgado de maneira anônima.


Toda essa maneira "diferente" de viver a vida, fez com que a perseguição da mídia fosse cada vez mais ferrenha sobre o pobre (agora no sentido de pena e financeiro também) William. Até que um belo artigo ironizava toda a vida dele que antes era um gênio e agora não passava de um balconista. Ao longo de vários anos ele processou o jornal em questão, até que conseguiu ganhar. Mas já era tarde, um ano depois ele foi encontrado morto em seu apartamento, devido a um derrame. Ele tinha apenas 46 anos.


No final da sua vida, William sabia 40 línguas, inclusive uma chamada Vendergood – inventada por ele mesmo. Ele escreveu diversos livros, criou um “calendário perpétuo“, diversas teorias e nos deixou uma história de vida incrível. Muitos afirmam que ele só não conseguiu deixar um grande legado devido à pressão da mídia e à criação de sua família que tentou forçar o surgimento de um garoto prodígio. O Q.I. estimado de William era entre 250 e 300. A título de comparação, você provavelmente tenha algo em torno de 100 e pessoas com 140 são consideradas gênios.


Vale a pena pesquisar sobre Kim Ung-Yong e principalmente Grigori Perelman, o russo que, após ter resolvido o Teorema de Poincaré (um dos maiores mistérios da matemática) recusou o prêmio de 1 milhão de dólares e ofertas de empregos em universidades extremamente renomadas, optando por ficar desempregado e MORAR COM A MÃE!!!


6 comentários:

Kel Costa disse...

Uma pena que tanta inteligência tenha sido desperdiçada assim... mas acho que uma pessoa dessas acaba ficando meio biruta msm, normal... é mt conhecimento pra um cérebro só oO
Tive que rir do idioma que "ele criou".

Bjs,
Kel - It Cultura
www.itcultura.com

maximizando disse...

Seu raciocínio sarcástico e irônico não está com nada, na linguagem da norma culta. Aliás meu Qi é 196.
Abraço!

Anônimo disse...

Eu so o cara mais inteligente do mundo mais nao falem pra ningem nao quero a midia no meu pe

Anônimo disse...

esse cara é um merda,para mim o cara mais inteligente do mundo foi einsten

Anônimo disse...

Em todas as escolas tém crianças com dons iguais a este, mas não tem oportunidades como estes genios tiveram, fora as escolas de antes como Harvard , se tivessemos escolas com oportuniddes quantos genios não teriamos?

Anônimo disse...

Na minha infancia ostavamos de calculos, vieram as calculdoras, computadores e não exercitavamos mais nossos maravilhosos dons inteligencia, escolas sem investimentos, eramos obrigados a trabalhar com 7 a 8 anos, como exercer o dom se não tivermos oportunidades, quantos genios estão na roça, ou em um beco perdidos pois as oportunidades são para poucos $$$$$, conheci um andarilho que falou poesias, frases, calculos e dilemas impressionantes, escolaridde 1 ano e pergunto.......

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