domingo, 25 de março de 2012

Jogos Vorazes - Resenha do filme


Ao estar quase no final da primeira parte do livro e concluir quase 100 páginas lidas, eu não resisti a tentação de assistir ao filme antes de terminar minha leitura. Entretanto, o pouco do que li já foi o suficiente para salientar algumas mudanças em relação a roteirização da estória para o cinema. Claro, não é nada tão forte, são mudanças superficiais, em detalhes, mas que chamam a atenção de quem já conhecia o contexto anterior.
Mas isso de forma alguma retirou o brilho do filme.
Jogos Vorazes subtende uma crítica a própria sociedade em si, e acima desta, a mídia. Talvez alguns não tenham assemelhado que os Jogos se tratam de um reality show ao exemplo de Big Brother, que leva inúmeras pessoas a frente da tela para assistirem e torcerem por seus escolhidos. Um jogo em que a mídia faz as melhores opções para manipular os telespectadores a selecionarem quem eles decidam que seja escolhido. 
Katniss soube como se sobressair perante o público, como ganhar o foco das atenções, então em consequência recebeu a "fama" para concorrer ao jogo. Estratégias foram burladas e dessa forma, muitos também passaram a torcer por ela visto as ocasiões.


Mas, deixando de comentar sobre a crítica aos realitys, a produção do filme é espetacular, não temos defeitos a por nos efeitos ou nas atuações. Tudo ocorreu da forma mais esperada e surpreendentemente possível. 
Então, em uma escala de 0 a 10 para o longa, eu daria nove. Não concluiria em nota máxima pelo simples aspecto pecador do roteiro, que poupou o telespectador de explicações que apenas o livro contém.

2 comentários:

Kel Costa disse...

Eu não conseguiria assistir sem terminar a leitura antes, Lins rsrs Tenho trauma dessas coisas!

Mas enfim, achei que ficou muito fiel ao livro. É claro que, quem não leu, pode sentir falta de algumas explicações, como minha mãe, que precisei sussurrar algumas coisas no ouvido dela durante o filme. Mas até ela saiu do cinema extasiada.

De todas as atuações, a que mais me surpreendeu foi a do Peeta (não sei o nome do ator). Não estava dando nada por ele quando escolheram o elenco, mas foi ótimo!

Só faltou mais sangue rs.
Ah, e momento emoção pura, foi a cena da Rue. Assim como no livro, conseguiu arrancar minhas lágrimas!

Bjs,
Kel
www.itcultura.com

Thiago Dantas disse...

Como modificações entre a história do livro e do filme podem "tirar o brilho do filme" sendo que ambos são obras independentes? Hahaha. E uai, c falou e falou e falou e não disse porque o brilho foi tirado. Que tipo de explicações não foram colocadas? Eu não senti falta de nada e analisando o filme como um filme ele é bem redondinho, viu. Entendi tudo!

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