quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O que nós achamos de Batman




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Como começar...? Ainda estou meio estonteado.... Imaginem quando eu saí da sala! Eu estava embasbacado com o que acabara de ver.
Assisti ontem, dia 31/07 de 2012, o melhor filme de super-herói já feito! Sim, falo sem medo que a conclusão magnífica com a qual o sr. Christopher “Fuckin” Nolan (nome que o pessoal do Rapaduracast honrosamente o apelidou) nos presenteou em seu filme “O Cavaleiro das Trevas Ressurge” é de uma elegância e grandiosidade digna de entrar na história do cinema.
O filme só não é impecável, pois foi feito por seres humanos. Em simplesmente TUDO o diretor e sua equipe mostraram estar cientes do que estavam fazendo. Não pretendo escrever nenhum spoiler aqui, porque desejo sinceramente que vocês procurem assistir esta obra de arte no seu lugar de origem: a sala de cinema.

Um filme de 2h40min em que não vi ou percebi ninguém cansado (se bem que eu estava tão maravilhado com o que estava vendo que não perdia muito tempo olhando as pessoas da sala) e o melhor, todos em completa sincronia e harmonia com o que estava passando na telona, como se aquilo fosse uma grande ópera e nós, o público, completamente na mão dos atores e do diretor.

Para esboçar a situação, teve uma cena em que a trilha sonora (do sr. Hans Zimmer que estava simplesmente incrível e parece ter dado cada gota de sua genialidade para a obra) foi cortada e ouve o diálogo entre duas personagens com apenas o eco da voz de um reverberando pela mansão Wayne. Meus caros, a cena foi tão tocante que a sala parecia estar sem respirar, maravilhados com a atuação genuína que viam.
O filme, se é que pode assim ser meramente chamado, é de uma gravidade tamanha que eu saí com meus ombros tensos da sessão. A cena inicial, que envolve dois aviões, é de uma grandiosidade e joga logo para o espectador a mensagem: “sente-se aí, que você está prestes a assistir quase três horas disso e além”. Saber que a cena em voga foi feita de fato, mecanicamente, com apenas algumas partes filmadas em estúdio, é de arrepiar e começa a explicar os gastos grandiosos que envolveram esta película que logo entrou em meu agrado.



Não falarei sobre personagens ou características em específico, porque desejo sinceramente que vocês assistam a genialidade e as grandes atuações que, de fato, surpreenderam os mais céticos. Uma obra-prima que valeu ter sido esculpida ao longo desses anos e que eu pagaria novamente só por ser a experiência que foi: incrível.



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Os números surpreendentes de "Batman O Cavaleiro das Trevas Ressurge" são justos a força do filme. Devo aplaudir de pé os editores do longa, assim como sr. Hans Zimmer por toda a sincronia concebida   com a sonoplastia constante (do primeiro ao último minuto do filme). As passagens de cenas nos envolvem de tal maneira que chegamos a ficar apreensivos diante da tela, a compartilhar emoções semelhantes a dos personagens e nos desligar do fato de que tudo não passa de uma produção de cinema. De fato, somos convidados a "entrar no filme".
Sobre o roteiro, com pitadas de suspense e reviravoltas constantes, ele é fantástico, bem bolado e excepcionalmente brilhante, criando uma forte ligação com o primeiro filme (Batman Begins).



Chegamos (sim, todos nós da equipe do Curioso Inovador) a considerar (segundo nossa concepção), o último filme da trilogia como melhor que já vimos nesse ano até agora. As fichas desse blog para um substituto, voltam-se a outra aguardada estréia que carrega na essência de sua produção a fama de devorador de Oscar, claro, falamos de O Hobit.
Mas bom, é aguardar para ver...
Aos leitores deste blog que ainda pretendem assistir Batman 3, desejamos a todos, um bom filme!

2 comentários:

Suellen disse...

Depois desses comentários só indo vê para crer.

Anônimo disse...

assistam Na Estrada, vi os dois e esse sim é o melhor do ano, garanto.

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